ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

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Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares Crédito: Diego Soares

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

01 de maio de 2014


Aventuras de Alice no País das Maravilhas, espetáculo do grupo mineiro Giramundo – um dos mais antigos do Brasil dedicado ao teatro de bonecos – usa a técnica para levar a história de Lewis Carroll além de suas fronteiras através de animação, música ao vivo, dança, tipografia e cinema.  A montagem chega ao Rio Grande do Sul em maio para apresentação única em Novo Hamburgodia 1º, no Teatro Feevale, e para curta temporada em Porto Alegre, de 02 a 04, no Teatro do Bourbon Country.

 

Pioneiro pela iniciativa de criação dos bonecos digitais de manipulação em tempo real por motion capture – tecnologia já utilizada internacionalmente no cinema, TV e artes plásticas, mas só agora empregada no teatro de bonecos brasileiro – Alice leva o expectador a um mundo hipnótico e sintético de imagens e sons, gerando uma sensação de encantamento e sonho, superando a condição de campo infantil para ganhar formas e temas adultos, dialogando com questões formais, estéticas e políticas complexas, que irão encantar pais e filhos.

 

Esta versão ao vivo do clássico fundamental da literatura infantil traz como novidade a forte relação com a música pop, expressa no trabalho de John Ulhoa, o produtor musical, e na trilha sonora na voz deFernanda Takai, no papel de Alice, e Arnaldo Batista, como o Chapeleiro Louco, numa união inusitada e explosiva. As músicas têm letras extraídas do texto do autor, interpretado através do rock, muitas vezes cantadas em inglês, no original.

 

A montagem mostra a relação entre os músicos da banda, na execução da trilha sonora, os marionetistas e o ator, atuando também ao vivo, e o vídeo e sonoplastia, todos lincados à música. Nessa harmonia entre setores e mídias tão diversos e em tempo real reside a força desta versão.

 

O espetáculo foi originalmente produzido para adultos, mas teve suas plateias invadidas por crianças, que demonstraram grande interesse pelas cenas, talvez por sua proximidade visual com o cinema, animação e computação gráfica. O tom surrealista e fantástico das cenas e uma indefinição entre objetos reais e projetados, causados pela ilusão de ótica, aliados à riqueza de imagens, a força do texto e a presença musical maciça fazem de Alice um espetáculo ímpar para toda a família.

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